Poucas e boas

  • Pontinho Azul traz animações de Ciências para as crianças

    O projeto educacional O Incrível Pontinho Azul consiste em animações que ensinam conceitos científicos das disciplinas de Física, Química e Biologia a crianças dos sete aos doze anos de idade. O projeto apresenta animações semanais com duração de dois a três minutos (para que as crianças não percam o foco no conteúdo) colocadas no YouTube, para […]

  • Ciência responsável na União Europeia

    Com o objetivo de integrar a Inovação e Pesquisa Responsável (na sigla em inglês, RRI) aos currículos e práticas de cientistas da Europa, foi criada a Heirri, reunindo instituições de ensino superior que acreditam e trabalham dentro dos princípios de engajamento público, ética, governança, educação científica, igualdade de gêneros e acesso aberto aos resultados dos […]

  • Licenciaturas deverão ter 4 anos

    De acordo com a Resolução nº 2/2015 do Conselho Nacional de Educação, haverá alterações na base curricular para as licenciaturas, que passarão de 2.800 horas para 3.200, que somente poderão ser integralizadas em 4 anos. Além disso, a proposta da BNCC é que sejam privilegiadas ações interdisciplinares, destacando mais a formação docente do que aos […]

  • Memorial para Houaiss

    Antonio Houaiss era vários: diplomata de carreira, ex-ministro da Cultura, filólogo, tradutor, presidente de honra do Partido Socialista Brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras, lexicógrafo… Profundo conhecedor de gastronomia, a ponto de ter livros publicados sobre o assunto, sinônimo de dicionário da nossa língua. Com uma capacidade tão diversa, sua produção também está espalhada […]

  • Formação de professores, segundo Paulo Freire e Antonio Gramsci

    Neste artigo, Patrícia Bierhals, Fernanda Paulo, Elizane Bertineti e Liliane Bierhals analisam aspectos da formação docente voltada para a educação pública e a educação popular, de modo a não estar voltada para o pensamento hegemônico das classes dominantes e atenta para o processo de globalização vivenciado nos dias de hoje.

  • A periferia está presente nas universidades

    O caldeirão cultural brasileiro chega às universidades, como mostra o projeto realizado na UFRJ, comandado por Heloísa Buarque de Hollanda, professora emérita da Escola de Comunicação daquela universidade. Os acadêmicos têm muito a aprender com a “Universidade das Quebradas”, que se tornou um espaço permanente de criação, capacitação e diálogo entre segmentos culturais diversificados.