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Uma proposta metodológica de ensino híbrido envolvendo a plataforma Google Classroom como ambiente virtual de aprendizagem no Ensino Médio

Ives da Silva Duque Pereira

Mestrando em Desenvolvimento Regional, Ambiente e Políticas Públicas (UFF)

Mariana Monteiro Soares Crespo de Alvarenga

Mestranda em Cognição e Linguagem (UENF)

Mírian Celeste Salih Teixeira

Mestra em Engenharia Ambiental (IFF)

André Fernando Uebe Mansur

Doutor em Informática na Educação (UFRGS)

Introdução

A proposta pedagógica deve ser redimensionada para um pensar e um agir que possam inserir a tecnologia no cotidiano escolar de forma a contribuir para a aprendizagem significativa. Olhando para as escolas pode-se observar que elas apresentam desafios no tocante aos adolescentes que estudam no Ensino Médio. Esses desafios estão relacionados, por exemplo, à falta de estímulo desses estudantes, tendo em vista os modelos educacionais vigentes, faltas de perspectivas para além do Ensino Médio e a desintegração entre professor e aluno em relação ao emprego de tecnologias digitais em sala de aula, o que de algum modo dificulta a inserção de tecnologias digitais no ensino.

Nesse sentido, este trabalho tem por objetivo apresentar discussões teóricas e metodologia pedagógica de ensino híbrido utilizando o ambiente virtual de aprendizagem (AVA) Google Classroom. Alicerçada em uma proposta pedagógica, a metodologia, de cunho qualitativo, é direcionada à disciplina Geografia na modalidade Educação a Distância (EaD). As atividades pensadas devem surgir a partir de uma problematização, que pode ser a busca de resposta para a seguinte questão: “Qual caminho é percorrido para que seu prato de comida favorito chegue à mesa de sua casa?” A partir dos diálogos os estudantes poderão colocar suas reflexões na plataforma Google Classroom. Espera-se, como resultado, estimular a inclusão das tecnologias de informação e comunicação (TIC) como ferramenta de auxilio de ensino e aprendizagem em prol da aprendizagem pelos estudantes. Nesse sentido, consideramos que as TIC se configuram um caminho de possibilidades na formação de estudantes reflexivos e críticos.

As tecnologias da informação e comunicação (TIC) têm conduzido as ações e as relações das pessoas em diferentes níveis, como na família, nos negócios, nos lares e na educação, a partir desse último, ocasionando, portanto, diferentes formas de atualização dos saberes. De acordo com Coscarelli (2016), a sigla TIC foi utilizada pela primeira vez em 1977 por Dennis Stevenson. As TIC estão amplamente disponíveis e acessíveis em diferentes dispositivos, como: computadores, laptops, celulares e tablets, entre outros, e alcança várias camadas sociais. As implicações disso no contexto acadêmico promovem a adaptação de modelos educacionais e uma transformação do processo de ensino-aprendizagem (COSCARELLI, 2016).

As TIC estão se popularizando de modo exponencial, tornando democrático o acesso à informação por meio de dispositivos digitais, o que permite a troca de informações entre as pessoas (SOUZA; LINHARES, 2010; COSCARELLI, 2016; ULIANO, 2016). De acordo com Souza e Linhares (2010), as TIC têm alterado padrões de organização didática ainda vigentes em sala de aula por meio de atividades que a emprega no processo de ensino-aprendizagem.

A interconectividade propiciou um espaço para a pluralização dos cursos na modalidade a distância (EaD). As novas tecnologias oferecem perspectivas possíveis para que as pessoas tenham flexibilidade de tempo e espaço para a apropriação do conhecimento por meio do ciberespaço. Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), nesse sentido, se constituem em importantes espaços que propiciam a mediação e interação do estudante na aprendizagem virtual.

Considerando a utilização das TIC em ambiente escolar, este trabalho apresenta um estudo qualitativo que tem por objetivo sugerir uma proposta pedagógica para a disciplina de Geografia utilizando o Google Classroom como ferramenta educativa. A proposta apresenta a modalidade de EaD e uma atividade híbrida utilizando o Google Classroom, por ser um AVA. Esse ambiente de aprendizagem surgiu como ferramenta educacional criada pelo Google que, em conjunto com as demais funcionalidades e aplicações dessa empresa de tecnologia, serve como suporte para o ensino mediado pela tecnologia. Sua escolha se deve ao fato de ser um produto acessível e gratuito para utilização em escolas, não necessitando de um servidor local (SCHIEHL; GASPARINI, 2016).

No entendimento de Charlot (2013), a aprendizagem deve ser estruturada na relação com o saber, de modo que seja contextualizada e prazerosa. Nesse aspecto, de acordo com Lévy (2001), as ferramentas tecnológicas podem consistir em grandes artefatos para conceder mais prazer e significado ao ensino. Olhando para as escolas, pode-se observar que, de acordo com Salva (2016), elas apresentam grandes desafios no tocante aos adolescentes que estudam no Ensino Médio. Esses desafios estão relacionados à falta de estímulos desses estudantes, tendo em vista os modelos educacionais vigentes, falta de perspectivas para além do Ensino Médio, desintegração entre professor e aluno em relação ao emprego de tecnologias digitais em sala de aula e a carência de estruturas tecnológicas nas escolas, o que de algum modo dificulta a inserção de tecnologias digitais no ensino. Assim, a justificativa deste estudo se estrutura na falta de estímulos pelos jovens e na busca por um ensino mais atraente.

A plataforma Google Classroom oportuniza o desenvolvimento de atividades híbridas, adequada para modelos pedagógicos de EaD. Nesse sentido, a hipótese deste trabalho defende que o uso contextualizado das tecnologias usando a plataforma Google Classroom se configura como ferramenta pedagógica importante no âmbito educativo no sentido de conduzir a aprendizagem significativa na sala de aula, possibilitando o compartilhamento de arquivos, organizando e gerenciando atividades, tendo em vista sua simplicidade e gratuidade.

O uso de tecnologias digitais para fins pedagógicos

De acordo com Sancho e Hernández (2006), a principal dificuldade da inserção das TIC no contexto de ensino está no fato da predominância de uma escola centrada no professor. Esse fato acaba minando as tentativas de estabelecer novas representações nos processos de ensino-aprendizagem que atendam às demandas de uma sociedade complexa e com alunos de necessidades pedagógicas diversificadas. Vale destacar que essas novas representações estão vinculadas as diferentes mídias e variadas linguagens que a interconectividade oferece: do global ao local. Essa representação influencia nosso cotidiano pela diversidade de informações. Nesse sentido, há um paradigma educacional emergente que é fruto de uma ação educativa consoante com o surgimento das TIC.

A internet revolucionou, por meio de diversos suportes, o fluxo de informações quando passou a fornecer comunicação em rede. No entendimento de Lévy (1998), o crescimento do ciberespaço é movido principalmente por jovens desejosos de experimentar livremente formas de se comunicar que sejam diferentes das mídias tradicionais, propostas em épocas mais antigas. Assim, portanto, um novo espaço de comunicação se abre com diferentes possibilidades nos campos cultural, econômico e educativo, dentre outros.

A proposta de um novo paradigma educacional deve ter origem em uma aprendizagem que aconteça a partir de situações problematizadoras do cotidiano do aluno. Os sujeitos envolvidos devem se esforçar para se auto-organizar e se reequilibrar para lidar com o novo. Almejando um resultado positivo, é aconselhado que as ações educativas sejam provocativas o suficiente para produzir assimilação pela novidade. Assim, o professor passa a ter o papel de criar perturbações e provocar desequilíbrios ao propor situações problema, desafios a serem vencidos, e que ao final do processo, tenha construído o conhecimento (Moraes, 1997).

No contexto da inserção das tecnologias, a experimentação advém do fato de as TIC não serem plenamente exploradas, teórica e empiricamente, dentro dos processos educativos. Nesse contexto é pertinente refletir sobre a implementação e a contextualização das TIC no âmbito educativo de modo que, de acordo com Lavinas e Veiga (2013), a simples inserção das tecnologias não garante o sucesso na aprendizagem dos estudantes.

O ensino da Geografia e o uso de tecnologias digitais

No ensino, a Geografia possui papel importante no mundo contemporâneo, por suas contribuições para o conhecimento sobre o espaço e suas formas de transformação e ocupação. Segundo Soares (2006), nessa perspectiva, o professor de Geografia deve buscar aptidões de uma práxis que possa contribuir para a aprendizagem nos tempos da informação e comunicação; em outras palavras, nos tempos digitais. Lévy (1999) sinaliza que o homem vem se tornando cada vez mais um viajante virtual, navegando no ciberespaço, e com isso está crescente o desenvolvimento da inteligência coletiva, com a construção de universos virtuais, de ciberespaços em que se buscam formas inéditas de comunicação, de solidariedade e de produção de subjetividades.

Para Sene (2010), a Geografia é uma disciplina que estabelece inúmeras relações com variadas áreas do conhecimento disciplinar, como a Geologia, a Meteorologia, a Sociologia, a Economia, a Antropologia e a História, dentre outras. Dessa forma, quando se estuda Geografia há necessidade de recorrer a fontes muito diversificadas, tais como mapas, estatísticas e notícias, entre outras. Dado o caráter dinâmico dessa informação, há necessidade de atualização e renovação da informação. Nesse sentido, as TIC merecem destaque em virtude de responderem em tempo útil e de forma mais eficiente às demandas exigidas pela Geografia e as outras disciplinas afins.

Google Classroom

Pensando nesses pressupostos, foi escolhida a plataforma AVA da empresa Google chamada Sala de Aula (ou Classroom) para experimentações envolvendo o ensino híbrido. Essa ferramenta é uma plataforma muito similar ao Moodle (Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment, um software livre para auxílio à aprendizagem), porém com design que segue os padrões da empresa, o que possibilita empatia e usabilidade positivas em seu emprego. Além disso, possibilita que o professor desenvolva tarefas no AVA (Google Classroom) e utilize outras ferramentas (aplicativos) que compõem o Google Apps for Education. Na percepção de Santos (2003), a aprendizagem mediada por AVA habilita a criação e a socialização por meio de ferramentas digitais, em uma diversidade de formas de conhecimento representadas por meio da multimídia e hipertextualidade, por exemplo. Diante dessa possibilidade, os estudantes ou pessoas que possuem acesso ao AVA também podem não apenas aprender e interagir com os conteúdos como também podem se conectar com outras pessoas. Estes acontecimentos permitem, portanto, a “hibridização e a permutabilidade entre os sujeitos (emissores e receptores) da comunicação” (Santos, 2003, p.4) por meio da EaD.

Na EaD, em função de a utilização de ferramentas tecnológicas para o ensino se constituir em grande parte em ambiente virtual, associa-se à ideia de que a EaD nasceu concomitantemente ao ambiente virtual. Entretanto, de acordo com relatos, pode-se compreender que a EaD nasceu com o objetivo maior de divulgar o conhecimento durante as escrituras e a literatura clássicas (Saraiva, 1996). A partir daí essa modalidade de ensino tem aberto perspectivas no âmbito da formação de pessoas, oferecimento e atualização de cursos e faculdades, dentre outras possibilidades, surgindo, portanto, novos vieses e olhares de desenvolvimento na utilização dessa modalidade (Mattos, 2009).

Ao entrar no Google Classroom, o aluno começa a criar uma identidade de estudante online dentro do sistema Google, pois para seu acesso é necessária uma conta Google com e-mail personalizado com o nome da escola. Essa conta também permite acesso às outras aplicações Google, como Youtube, blogs, Agenda, Tradutor, Notícias e Mapas, dentre outras.

No caso específico da atividade proposta, o Google Classroomatende às necessidades como AVA, pois permite a comunicação entre professores e alunos, postagens em fóruns criados pelo professor, envio de atividades por diversos documentos (texto, planilha, apresentação e desenho), envio de links, imagens e/ou vídeos. As atividades, além de poderem ser feitas pelo computador conectado à internet, têm a possibilidade de utilização a partir de um aplicativo para celular, tornando a mobilidade plenamente executável.

Proposta metodológica

A tecnologia é utilizada como ferramenta para obter informações que constituem caminhos onde se estabelecem a construção e o desenvolvimento do conhecimento. Essa mudança de paradigma se refere a uma organização pedagógica em AVA que busca novas metodologias que sejam eficazes nesse ambiente. Baseado em um modelo pedagógico em EaD de Behar (2009), foi estabelecida neste trabalho uma proposta pedagógica de ensino híbrido com a utilização do ambiente virtual de aprendizagem Google Classroom contendo os seguintes aspectos que se fizeram presentes: de conteúdo; organizacionais; metodológicos; e tecnológicos.

Esse é o momento em que precisa existir um planejamento para dar suporte aos objetivos pretendidos quando se pensou no AVA, cujos sistemas blended learning habilitam momentos presenciais e a distância e a formação de uma rede de construção do conhecimento. Tendo um bimestre para o desenvolvimento dessas atividades, será preciso executá-las de maneira que haja interligação entre o conteúdo online e o da sala de aula. Estabelecendo a internet como motriz do ensino a distância, será preciso definir suportes e ferramentas online que serão utilizadas. Há necessidade de utilização de uma plataforma no AVA que ofereça recursos de multimídia e mobilidade, de forma a não depender do laboratório da escola. Um recorte temático será necessário tendo em vista a produção de alimentos, em que será considerada geradora das atividades a distância.

O professor poderá selecionar o conteúdo em sites com linguagem de fácil compreensão, como revistas voltadas para a faixa etária do educando – Galileu e Superinteressante – e blogs específicos sobre alimentação, links com vídeos de receitas, trailers de filmes correlatos, infográficos sobre as relações de trabalho existentes no campo e grupos que tratam da proposta nas redes sociais. A intenção será provocar uma imersão dentro da temática de forma ampla e variada que pode oferecer caminhos para a pesquisa por parte dos alunos e preparar um vasto repertório para ser utilizado à medida que as atividades forem desenvolvidas.

As atividades pensadas devem surgir a partir de uma problematização, que pode ser a busca de resposta para a seguinte questão: “Qual caminho é percorrido para que seu prato de comida favorito chegue à mesa de sua casa?”.

Inicialmente será pedido que cada aluno diga qual seu prato de comida favorito. A partir das respostas dadas, cada aluno deve buscar as melhores receitas – que melhor representem – seus pratos favoritos. Tendo as receitas em mãos e apresentadas em sala de aula, junto com uma justificativa da escolha, cada grupo deve escolher apenas uma e criar um arquivo de mídia (fotos sequenciais ou vídeo) em que eles ou um responsável reproduza a receita em suas próprias casas. O arquivo de mídia deverá ser postado na plataforma AVA.

Poderá ser requerido que haja interação entre os grupos e suas receitas no AVA. Fóruns poderão ser criados e respondidos, tendo uma semana de prazo, sempre a partir dos conteúdos abordados em aula. Com base nos ingredientes das receitas, o grupo deverá pesquisar e postar, nos fóruns online, a origem de cada ingrediente, o tipo de propriedade necessária para sua produção, tipo de cultivo/criação, tipo de trabalho, processos industriais, tipos de transporte que fazem os ingredientes chegarem ao supermercado e as discussões sobre os setores econômicos envolvidos no processo de produção. Assim, a partir das respostas, espera-se que surjam novos temas para serem debatidos tanto em sala de aula quando no ambiente virtual. Nesse momento, a sala de aula e o AVA se encontram e entrelaçam uma ação conjunta em que o diálogo move a produção do conhecimento.

Como atividade final, deverá ser solicitado que o grupo sistematize as informações coletadas durante os fóruns utilizando alguma ferramenta disponibilizada pelo Google. A Figura 1 apresenta um esquema das principais etapas metodológicas.

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Figura 1: Representação das principais etapas metodológicas
Fonte: Behar (2009).

Estudos correlatos utilizando a plataforma Google Classroom

A Figura 2 esquematiza algumas possibilidades de utilização da ferramenta Google Classroom para fins educativos.
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Figura 2: Representação de usos da ferramenta Google Classroom
Fonte: Araújo (2016); Silva (2016) e Silva e Barcelos (2017).

Considerações

A interface do Google Classroom é agradável e de navegação intuitiva, fazendo com que seu uso se torne natural para o aluno já habituado com o design da empresa. Outro fator a se destacar é a responsividade em diversos suportes tecnológicos, já que é possível o download de aplicativos para uso em smartphones, recurso para mensagens instantâneas Hangouts, colaboração coletiva com documentos e criação de redes sociais (Disponível no portal do Instituto Federal do Rio Grande do Norte). Nesse sentido, o modelo busca tornar o ensino mais atraente e problematizador por meio da entrada do estudante no espaço digital. Tendo em vista o atual retrato do Ensino Médio, esse modelo poderá contribuir para que o estudante se torne ativo na construção dos saberes.

Espera-se, nesse sentido, que o ensino não apresente o viés de centralização na figura do professor embebido de conhecimento, substituído antes por um professor provocador de “perturbações”, em que o conhecimento é construído pelo próprio aluno ao tentar solucionar as situações problema. Quando o professor compartilha o entendimento de se tornar mediador na solução dessas situações problema, inicia-se o processo de desenvolvimento de ênfase no estudante, em que as aulas podem se desdobrar em temas gerados pelos próprios alunos tanto em sala de aula quanto no AVA.

Referências

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