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Práticas de letramento nas famílias de duas crianças com síndrome de Down
Educação Especial e Inclusiva e Outras Mais Específicas

Este artigo se insere no âmbito das discussões sobre os letramentos e tem como objetivo identificar as práticas de letramento vivenciadas no contexto familiar por duas crianças com síndrome de Down. O estudo se enquadra numa abordagem qualitativa e estudo de caso. Espera-se que, ao analisar o agente familiar de letramento, consiga-se evidenciar hábitos e costumes necessários às crianças em aprendizagem. Os resultados apontaram para a importância de refletir e divulgar mais informações sobre as possibilidades de letramento no ambiente familiar. As famílias apresentaram pouco entendimento do papel fundamental que possuem no desenvolvimento do letramento das crianças ao demonstrarem desconhecimento dos letramentos que vivenciavam informalmente.

Escrita de autobiografia no 5º ano do Ensino Fundamental: um relato de experiência
Vivências de Sala de Aula

A busca pela excelência na competência leitora deve ser constante na progressão das aprendizagens, em situações significativas caracterizadas pela participação e pela atuação dos alunos como protagonistas de todo o processo de aprendizagem. Um trabalho de envio e recebimento de cartas sobre uma artista despertou o interesse dos alunos por escrever as próprias histórias.

“Espessas nuvens”: uma reflexão analítica sobre os diversos territórios nos discursos adotados na criação do IHGB
Geografia, História e História da Educação

Este trabalho estuda a relação entre a criação do IHGB e a construção do processo de disciplinarização do processo de ensino-aprendizagem da História no Brasil deu-se em territórios que vinculavam a diversidade regional, cultural, social e econômica em um funil domesticador, hierarquizador e socializador que produzia uma homogeneização dos pensamentos nos diversos territórios.

Sala de aula: "laboratório", e não consultório
Educação Especial e Inclusiva e Formação de Professores

Este ensaio é uma contribuição para pensar o diagnóstico no âmbito da Educação Inclusiva. À luz da Sociologia do diagnóstico, compartilhamos inquietações sobre os impactos que os diagnósticos de doenças (ou a ausência deles) têm na formulação de práticas pedagógicas e no próprio desenvolvimento intelectual de uma pessoa rotulada com uma doença, seus familiares e toda a comunidade escolar. Normalmente, a Educação Inclusiva tende a ser interpretada em sentido restrito, a referir-se apenas às pessoas com deficiências. Contudo, é preciso reavaliar nossa compreensão sobre o que seja deficiência, inclusão e Educação Inclusiva. Longe do simplismo, não identificamos como fácil a tarefa de consolidação de uma sala de aula inclusiva; identificamo-la como possível. Portanto, como educadores, confrontarmo-nos com os valores impregnados nesses rótulos é ainda um passo importante rumo à referida consolidação. Uma sala de aula pode ser tomada como um espaço de possibilidades e, como tal, poderá se tornar um espaço para experimentar o impossível, para que possamos reinventar-nos como pessoas e ressignificarmos nossas práticas pedagógicas.

Escola e família, é possível?
Instituição Escola

O espaço escolar é um lugar propício às interações sociais, pois as pessoas tendem a ficar mais próximas por horas praticamente todos os dias. É quase impossível não criar laços de afetividade, algum tipo de vínculo. Essa relação construída dia após dia irá influenciar a forma de agir, de pensar na vida dos alunos. Com uma relação já estabelecida, as partes (aluno-aluno ou aluno-professor) irão se apropriar ou construir novos conhecimentos. Escola e família são instituições que podem caminhar juntas em prol de um processo de ensino-aprendizagem mais significativo. Vários fatores podem ter contribuído para o afastamento entre família e escola. Um deles pode ser de cunho econômico, pois os pais precisam trabalhar mais para manter o sustento da família, causando distanciamento com a escola. Mesmo mediante tantas dificuldades, percebe-se que ambas precisam encontrar um ponto de equilíbrio e somar forças.

Consultoria e captação de recursos para uma ONG de educação e arte
Educação Infantil, Cidadania e Comportamento, Educação Artística, Espaços Urbanos, Política Cultural e Política Educacional

Este artigo é resultado da atividade de residência em Gestão Pública e tem como objeto geral a gestão de organizações não governamentais com foco na área de Educação. O caso específico escolhido foi o da ONG Missão Artística Casa, situada em Santa Cruz. Trata-se de um ambiente educativo e artístico de acolhimento de menores em situação de vulnerabilidade social. Foi diagnosticado pelo grupo, conjuntamente com a gestão da ONG, que o principal problema da gestão era captação de recursos. A partir daí, o grupo elencou algumas estratégias que poderão ser de valia no intuito de dar maior longevidade à ONG.

O projeto Educação Patrimonial e Artística: um possível processo de preparação de alunos pesquisadores
Filosofia, História, Sociologia, Vivências de Sala de Aula, Espaços Urbanos e Política Cultural

Um projeto de valorização do patrimônio cultural de uma cidade no interior da Bahia leva os alunos de uma escola da região a conhecer a sua realidade; mais do que isso, os estudantes começam a desenvolver suas habilidades e competências como pesquisadores mergulhados e seu contexto histórico-social.

Múltiplas inteligências a partir de jogos no ensino de Geografia
Geografia e Vivências de Sala de Aula

O ensino de Geografia, ao longo do tempo, vem ocorrendo de forma mnemônica, sem vinculação com a realidade dos estudantes. Neste trabalho, apresentaremos algumas atividades, como oficinas de jogos baseadas na metodologia participante. Este trabalho pretende fazer uma análise dos jogos como forma de estimular as múltiplas inteligências e favorecer a construção do conhecimento geográfico.

Entre manobras radicais, marginais e burocráticas: uma história do skate até sua entrada nos Jogos Olímpicos de 2020
Educação Física

O skate passou por metamorfoses durante os anos, passando de uma prática de lazer esportiva e tida por muito tempo como marginal por sua ligação com movimentos da contracultura. Fará sua primeira participação competitiva nos Jogos Olímpicos, em Tóquio, quebrando barreiras que antes pareciam intransponíveis num passado recente. Este trabalho tem por objetivo investigar a história do skate como prática de lazer e esportiva e trazer a debate o impacto de sua inserção nas Olimpíadas. Para isso, foram buscados em bases de dados científicos artigos que tratassem da história do skate para montagem do referencial teórico, além da utilização de portais de notícias esportivas e blogs especializados no esporte. Como conclusão, notou-se que o skate passou por diversos momentos adversos e que resistiu a muitas crises internas e externas de modo que sua sobrevivência como prática corporal se deu por meio de luta e resistência de seus praticantes/atletas, legitimando-se como esporte e alcançando o patamar olímpico com sua introdução nos jogos de 2020, embora sua entrada nos Jogos não seja lugar tranquilo entre todos os seus praticantes.

A Química por trás da Copa
Química e Vivências de Sala de Aula

A Copa do Mundo de futebol pode ser um fator gerador para o ensino da Química, tendo em vista o interesse que o evento desperta nos estudantes. Identificar todas as formas como a Química participa desse acontecimento, visivelmente ou não, contribui para motivar a atenção dos alunos e facilitar a aprendizagem de alguns temas relacionados a essa ciência.