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O desafiador contexto da Educação Especial Inclusiva e a afetividade: processos socioafetivos estruturando a inclusão
Educação Especial e Inclusiva

Diante dos desafios encontrados, é comum perceber na realidade escolar pública o desânimo e a negligência consciente e/ou inconsciente tomando forma e lugar, o que é desumano e ilegal. Percebe-se que a afetividade, em seu sentido amplo, longe de ser apenas emoções ou permissividade, ainda que de forma bem implícita, é citada em todos os textos que abordam a inclusão, principalmente os que sugerem práticas mais concretas. Apesar de já se saber que a afetividade é fundamental no processo de construção do conhecimento e desenvolvimento humano, ela nunca ganhou tantas falas e relevância quanto agora, com o desenvolvimento da Educação Especial Inclusiva. Nesse contexto, fala-se de relações intrínsecas entre todos os envolvidos desta rede. A escola, a família, a comunidade e o próprio aluno enfrentam diversos desafios para uma real efetivação da Inclusão Escolar.

Defesa de seminários: a argumentação na aprendizagem sobre modelos atômicos no Ensino Fundamental
Física, Química e Vivências de Sala de Aula

A história do fazer científico e do que é a Ciência em si traz postulados e teorias científicas que foram passíveis de discussões, críticas, provas, debates intensos. Várias teorias que outrora foram verdades já não são mais aceitas atualmente; isso mostra que, com argumentações que as apoiavam e criticavam, se faz Ciência. O presente trabalho objetivou desenvolver uma metodologia baseada em seminários elaborados pelos estudantes e exemplificar que, a partir das perguntas feitas pelo professor sobre o tema, inicia-se um debate que permite ao aluno formular respostas cada vez mais complexas.

Mostra o seu que eu mostro o meu: discussões sobre sexualidade, gênero, juventude e outros afetos
Saúde, Antropologia, Comunicação, Psicologia, Sociologia, Educação Infantil, Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula, Educação Física, Língua Portuguesa e Literatura, Espaços Urbanos, Política Cultural e Política Educacional

Pensar a juventude atravessada pela sexualidade na escola a partir do estudo de caso de J, 15 anos, negra, homossexual e moradora de um abrigo para menores, liga-se à ideia de “circuitos de afetos”, cunhada por Safatle, uma vez que para ele política é uma questão de afeto, de ser afetado por ela, o que ajuda a pensar o próprio trânsito e a territorialidade da jovem no circuito abrigo-escola, escola-abrigo. É fundamental refletir como essas relações são produzidas e agenciadas dentro da escola e fora dela, sempre permeadas por relações de poder negociadas e negociáveis, assim como por um currículo escolar invisível, oculto que todo aluno e todo professor precisa, em alguma medida, conhecer “para se dar bem na escola”.

Práticas pedagógicas inclusivas no ensino de música escolar voltado para turmas mistas (estudantes surdos e ouvintes)
Educação Especial e Inclusiva, Outras Mais Específicas e Política Educacional

O presente artigo tem como objetivos fomentar a discussão acerca do ensino de música na escola, realizado em turmas mistas (compostas por estudantes surdos e ouvintes) e apresentar duas pesquisas que contemplem essa temática. A partir da revisão bibliográfica de autores que versam sobre música e surdez, inclusão e políticas educacionais, as pesquisas apresentadas buscam alcançar resultados que possam contribuir tanto para a formação inicial e continuada de professores de Música como também favorecer a efetivação de um ensino de Música escolar que considere a diversidade existente na sala de aula, seja ela de caráter de gênero, raça, valores, religião, processos de aprendizagem e estruturas familiares, entre outros.

Ser professor de Geografia na escola básica no século XXI
Geografia e Formação de Professores

Educar nunca foi tão árduo, mesmo diante dos avanços científicos, das novas descobertas e, sobretudo, do acúmulo de saberes. E o professor de Geografia deve escapar de trabalhar conteúdos voltados para os aspectos físicos e privilegiar temas relacionados a aspectos sociais e econômicos da disciplina, evitando que ela se torne apenas decoreba.

Orientação Educacional – mediação e intervenção diante da indisciplina escolar
Educação Infantil, Formação de Professores, Instituição Escola, Vivências de Sala de Aula e Política Educacional

A família, a comunidade e a sociedade em geral são imprescindíveis ao processo educacional; a relação educador-educando pode ser mediada pelo orientador educacional, estabelecendo harmonia quando conflitos passam a despontar, jamais olvidando o papel dos responsáveis e da sociedade como um todo. Para avaliar como intermediar essa relação, foi feita pesquisa bibliográfica e entrevista. Concluímos que é possível diminuir a indisciplina, orientando o docente a manter com o discente uma relação além do conteúdo disciplinar.

Educação Ambiental para a qualidade de vida a partir da utilização e descarte de medicamentos
Ecologia e Meio Ambiente, Saúde e Vivências de Sala de Aula

A Educação Ambiental tem possibilidade de unificar saberes no contexto escolar, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e atuantes na preservação do meio ambiente. Este estudo exibe uma discussão sobre a realização de um projeto de Educação Ambiental tendo como tema gerador uso e descarte de medicamentos; o objetivo foi investigar a percepção dos estudantes com uso e descarte de medicamentos e o grau de informação a respeito de suas implicações em relação á saúde pública e/ou ao meio ambiente e assim promover ações que alcançassem a comunidade escolar, a fim de sensibilizar, conscientizar e orientar para o correto destino final. O estudo foi desenvolvido em 2018, com 225 alunos do Colégio Estadual Newton Ferreira da Costa, em Curitiba/PR. Pôde-se concluir que a temática dos medicamentos contribui para a responsabilidade socioambiental, com o desenvolvimento de ações que possibilitam a minimização dos impactos ambientais negativos, potencializando discussões que emergem das relações entre os seres humanos, sociedade e natureza.

As práticas docentes ao ministrar os conteúdos de Arte e suas inflexões na contemporaneidade
Formação de Professores, Vivências de Sala de Aula e Outras Mais Específicas

Este estudo reflete sobre as práticas docentes ao ministrar os conteúdos de Artes no Ensino Fundamental II na Unidade Escolar Ozildo Albano e como são selecionados os conteúdos do componente curricular de Artes para a prática em sala de aula e procura discutir pontos importantes sobre a seleção adequada desses conteúdos, levando em consideração a flexibilidade e a consonância com o que estabelecem as diretrizes para o ensino de Artes. Atualmente constatam-se grandes mudanças no ensino de Artes na Educação Básica, tanto do ponto de vista teórico como curricular. Para abordar essas transformações, desencadeou-se uma pesquisa documental com abordagem bibliográfica e de campo de como vêm sendo selecionados e ministrados esses conteúdos. A partir da análise dos resultados coletados pretende-se elucidar questões presentes na escola pesquisada para servir de reflexão e que contribuam para que outros professores que ministram a disciplina procurem trabalhar com mais coerência.

O distanciamento da Educação Inclusiva do chão da escola e o (des)preparo da equipe escolar
Matemática, Educação Especial e Inclusiva e Formação de Professores

A Educação Inclusiva é um ganho não apenas para a pessoa com necessidade de inclusão como também para toda a sociedade; com isso, este artigo tem por objetivo compreender o desenvolvimento dessa educação, seu amparo legal além das argumentações em fóruns que vieram contribuir para a propagação e fortalecimento dessa causa, abordando também a formação do professor com vista à inclusão. Aqui a abordagem de discussão será a deficiência visual, a auditiva, a física e a múltipla, apesar de não explicitá-las claramente, pois se sabe que há diversas outras limitações apresentadas em documentos oficiais, como a Constituição Federal. Trataremos do processo histórico da inclusão de alunos com deficiência com aporte às leis que vigoram e sua importância para a garantia do acesso e permanência na educação; se há alunos em situação de inclusão, é perceptível a necessidade da formação de professor com vista a atender a essa demanda, e é sob esse olhar que discutimos a pratica docente advinda de sua formação. A metodologia terá como aporte teórico as leis e referências de autores que tratam do tema em questão.

Aspectos pedagógicos presentes na atuação do secretário escolar
Formação de Professores e Instituição Escola

Apresentamos como questão norteadora a análise do conflito inerente à atuação do secretário escolar, tendo como objetivo identificar aspectos pedagógicos presentes na sua prática. Metodologicamente, apoiamo-nos nas contribuições da revisão bibliográfica, com abordagem qualitativa, articulando-a à pesquisa documental. Como fonte de dados, recorremos a legislações que se correlacionam à temática, buscando analisar o plano de ação de uma secretaria escolar. O referencial teórico estrutura-se a partir de importantes estudiosos. Consideramos que, embora o secretário apresente formação técnica, manifesta atributos de caráter pedagógico construídos nas relações estabelecidas com os atores presentes no cenário educacional.